E se a história de Jesus… tivesse começado 600 anos antes?
As semelhanças entre Mitra e Jesus são tão perturbadoras que a Igreja prefere mantê-las enterradas. Literalmente. Em cavernas subterrâneas de Roma, sob o peso de séculos de silêncio forçado, existem provas físicas de um deus que nasceu em 25 de dezembro, teve 12 seguidores e celebrou um banquete sagrado com pão e vinho — séculos antes de Cristo.
Sob a Basílica de São Clemente, um dos templos católicos mais antigos de Roma, arqueólogos descobriram algo perturbador: um santuário dedicado a Mitra — o deus solar que precedeu tudo o que você conhece sobre o cristianismo.
Coincidência?
Ou o maior encobrimento da história religiosa ocidental?
O que você está prestes a descobrir vai abalar tudo o que te ensinaram sobre as origens do cristianismo. Prepare-se: essa verdade não volta para a caixa.
Quem Era Mitra: O Deus Que Veio Antes de Cristo
Mitra não é um personagem secundário da história antiga. Ele foi, durante séculos, o deus mais adorado do Império Romano — mais popular que o próprio Jesus nos primeiros 300 anos da era cristã.
Sua origem remonta à antiga Pérsia (atual Irã), onde era venerado como divindade solar e guardião dos contratos e da verdade. Quando Alexandre, o Grande, conquistou a Pérsia no século IV a.C., o culto de Mitra migrou para o mundo greco-romano, onde explodiu em popularidade.
O Culto Secreto Que Dominou Roma
Entre os séculos I e IV d.C., o mitraísmo se espalhou como fogo por todo o Império Romano. Seus templos — chamados Mithraea — eram construídos em cavernas ou câmaras subterrâneas, imitando a gruta onde Mitra teria nascido.
Quem adorava Mitra?
Não eram apenas “pagãos ignorantes”. O culto atraía:
- Soldados romanos (era a religião preferida das legiões)
- Mercadores e comerciantes
- Políticos e senadores
- Membros da elite imperial
Franz Cumont, o historiador que dedicou sua vida ao estudo do mitraísmo, revelou algo chocante: o culto de Mitra era tão influente que quase se tornou a religião oficial do Império Romano — se não fosse pela decisão política de Constantino de favorecer o cristianismo no século IV.
Mas por que Constantino escolheu Jesus em vez de Mitra?
A resposta não tem nada a ver com “revelação divina”. Tem tudo a ver com controle político.

As 7 Semelhanças Impossíveis Entre Mitra e Jesus
Agora vem a parte que vai fazer você questionar tudo.
As semelhanças entre Mitra e Jesus não são vagas ou interpretativas — são paralelos precisos e documentados que desafiam a narrativa de que o cristianismo foi uma “revelação única e original”.
Vou listar as sete semelhanças que a Igreja prefere que você nunca descubra. E não são semelhanças vagas — são coincidências tão específicas que deixam de ser coincidências.
1. Nascimento em 25 de Dezembro
MITRA: Celebrado como o “Sol Invicto” (Sol Invictus), Mitra nasceu no solstício de inverno — 25 de dezembro no calendário juliano — quando o sol “renasce” após a noite mais longa do ano.
JESUS: A tradição cristã celebra o nascimento de Jesus em 25 de dezembro.
O PROBLEMA: Os evangelhos nunca mencionam a data de nascimento de Jesus. Lucas fala de pastores nos campos, o que seria impossível no inverno rigoroso da Judeia. Historiadores concordam: Jesus provavelmente nasceu na primavera ou verão.
Então, por que 25 de dezembro?
Simples: absorção estratégica. Quando o cristianismo se tornou religião de Estado no século IV, a Igreja adotou a data sagrada de Mitra para facilitar a conversão dos adoradores do “deus sol”. David Ulansey, professor de história das religiões, é direto: “O Natal é uma cristianização da festa pagã do Sol Invicto”.
A própria Igreja admite isso. O Papa Leão I, no século V, denunciou cristãos que ainda adoravam o sol antes de entrar nas basílicas.
2. Nascido de Uma Virgem em Uma Gruta
MITRA: Segundo a mitologia persa, Mitra nasceu diretamente de uma rocha (petra genetrix) em uma caverna. Ele emergiu totalmente formado, carregando uma tocha e uma espada, sem intervenção humana.
JESUS: Os evangelhos de Mateus e Lucas descrevem Jesus nascendo de uma virgem (Maria) em uma manjedoura — mas a tradição cristã primitiva rapidamente associou o local a uma gruta ou caverna.
Na Basílica da Natividade em Belém, o local tradicionalmente venerado como berço de Jesus é… uma gruta subterrânea.
Por que grutas? Porque esse era o cenário do nascimento de Mitra. Essa conexão entre Mitra e Jesus através do simbolismo das grutas não é mera coincidência geográfica. Manfred Clauss, especialista alemão em cultos romanos, documenta como centenas de templos mitraicos foram literalmente cobertos e transformados em igrejas cristãs — mantendo a mesma estrutura de caverna.
O simbolismo foi copiado e colado.

3. Adorado por Pastores no Nascimento
MITRA: Nas representações artísticas do nascimento de Mitra, pastores aparecem como testemunhas do evento cósmico, trazendo oferendas ao “recém-nascido”.
JESUS: Lucas 2:8-20 narra como pastores foram os primeiros a visitar Jesus após seu nascimento.
Franz Cumont identificou relevos romanos do século II d.C. mostrando pastores adorando Mitra. Décadas antes dos evangelhos cristãos serem amplamente difundidos.
Coincidência? Ou os evangelistas estavam adaptando uma narrativa já conhecida para torná-la mais familiar à audiência romana?
4. Doze Seguidores/Discípulos
MITRA: O culto mitraico era organizado em sete graus de iniciação, mas Mitra era frequentemente representado cercado por doze figuras — correspondentes aos doze signos do zodíaco. Ele era o “Senhor do Zodíaco”, o controlador do tempo cósmico.
JESUS: Escolheu doze apóstolos para segui-lo.
David Ulansey argumenta que o número doze no mitraísmo não é acidental: representa o controle sobre o cosmos, os doze meses, as doze constelações.
Quando o cristianismo adota os “doze apóstolos”, está importando esse simbolismo cósmico — transformando Jesus também em um “senhor do tempo e do cosmos”.
5. Chamado de “Luz do Mundo” e “Sol Invicto”
MITRA: Seu título mais famoso era Sol Invictus — o Sol Invencível. Ele era a personificação da luz que vence as trevas.
JESUS: No Evangelho de João (8:12), Jesus declara: “Eu sou a luz do mundo”.
O título “Luz do Mundo” é uma das semelhanças mais óbvias entre Mitra e Jesus — e a mais ignorada pela teologia oficial.
Mais revelador ainda: o imperador Constantino, mesmo após se converter ao cristianismo, continuou cunhando moedas com a inscrição “Sol Invictus” ao lado do símbolo cristão.
Por quê? Porque para os romanos, Mitra e Jesus eram intercambiáveis — ambos “deuses solares” salvadores.
Paul Wallis, teólogo e pesquisador de textos antigos, levanta uma questão devastadora: “E se Jesus não foi único… mas apenas o último de uma linhagem de ‘salvadores solares’ que civilizações anteriores já veneravam?”

6. Sacrifício e Ressurreição Simbólica
MITRA: A cena central do mitraísmo é a Tauroctonía — Mitra matando o touro cósmico. Esse ato não é uma simples caçada. É um sacrifício primordial: do sangue e do corpo do touro, nasce toda a vida (plantas, animais, a humanidade).
Após esse sacrifício, Mitra ascende aos céus, onde continua protegendo os fiéis.
JESUS: O núcleo da fé cristã é o sacrifício de Jesus na cruz — seu sangue derramado para “salvar a humanidade” — seguido de sua ressurreição e ascensão aos céus.
Franz Cumont foi explícito: “O simbolismo do sacrifício e renascimento no mitraísmo é o protótipo direto da teologia da crucificação cristã”.
A diferença? No mitraísmo, o touro é o sacrificado. No cristianismo, é o próprio deus.

7. Banquete Sagrado com Pão e Vinho
MITRA: Após matar o touro, Mitra celebra um banquete sagrado com o deus Sol (Hélios). Nesse ritual, pão e vinho são compartilhados como símbolos de comunhão e renovação.
Os iniciados do culto mitraico reencaravam esse banquete ritualmente, consumindo pão e vinho em memória do ato primordial de Mitra.
JESUS: A Última Ceia — onde Jesus institui a Eucaristia com pão (“meu corpo”) e vinho (“meu sangue”) — é o sacramento central do cristianismo.
Manfred Clauss documenta inscrições e relevos de banquetes mitraicos datados do século II d.C., décadas antes de a Eucaristia cristã se consolidar como ritual universal.
Verdade incômoda: A “inovação” de Jesus não era nova. Era uma replicação direta de um sacramento pagão já existente.

A Guerra dos Cultos: Por Que Mitra “Perdeu”?
Se Mitra era tão popular, por que o cristianismo venceu?
A resposta é brutal e nada espiritual: política e violência.
Constantino e a Virada Estratégica
Em 312 d.C., o imperador Constantino venceu a Batalha da Ponte Mílvia. A lenda diz que ele teve uma “visão cristã”. A realidade? Constantino era um político genial que percebeu que o cristianismo, com sua estrutura hierárquica centralizada, era mais fácil de controlar que o mitraísmo descentralizado.
O mitraísmo não tinha:
- Papa ou autoridade central
- Textos sagrados únicos
- Dogma unificado
O cristianismo tinha tudo isso. Era uma máquina de controle de massas pronta.
A Aniquilação Sistemática
Após o Édito de Milão (313 d.C.) e, principalmente, o Édito de Tessalônica (380 d.C.), que tornou o cristianismo a religião oficial do Império, começou a perseguição aos cultos pagãos.
Para apagar as semelhanças entre Mitra e Jesus, a Igreja não apenas destruiu templos — reescreveu a história.
Templos de Mitra foram:
- Destruídos e enterrados
- Convertidos em igrejas cristãs
- Seus devotos perseguidos, exilados ou mortos
Franz Cumont encontrou evidências de vandalismo cristão em dezenas de Mithraea. Estátuas de Mitra decapitadas. Altares profanados. Inscrições apagadas.
Foi um genocídio cultural.
E a estratégia final? Absorver e reescrever.
A Igreja não apenas destruiu Mitra. Ela roubou seus símbolos, rituais e mitologia — e os rebatizou como “cristãos”.

Mitra Era Um Elohim? A Conexão Cósmica Proibida
Aqui entramos em território que a academia treme em pisar, mas que pesquisadores como Mauro Biglino e Paul Wallis têm a coragem de explorar.
E se Mitra não fosse apenas um “deus mitológico”… mas um dos Elohim?
O Conselho Celeste e os “Deuses Menores”
Como já exploramos em outros artigos (Elohim: A Verdade sobre os ‘Deuses’ da Bíblia e Elyon: O Verdadeiro Comandante dos Elohim, os textos bíblicos originais não falam de um “Deus único”. Falam de Elohim — plural. “Os Poderosos”.
Deuteronômio 32:8-9 (versão dos Manuscritos do Mar Morto) é explícito:
“Quando Elyon dividiu as nações, quando separou os filhos de Adão, ele estabeleceu as fronteiras dos povos segundo o número dos filhos de Elohim. Pois a porção de Yahweh é seu povo; Jacó é a herança que lhe coube.”
Tradução: Elyon (o Altíssimo) distribuiu as nações entre vários Elohim. Yahweh ficou apenas com Israel.
E Mitra? Ficou com a Pérsia.
Mitra = Ahura Mazda?
No zoroastrismo persa, a religião que antecede o mitraísmo, existe Ahura Mazda — o “Senhor da Sabedoria”, deus supremo da luz. Mitra é descrito nos textos persas como yazata — um “ser venerável”, auxiliar de Ahura Mazda.
Paul Wallis propõe algo perturbador: e se Ahura Mazda e Mitra fossem dois Elohim diferentes? Um comandante (como Elyon), outro executor (como Yahweh)?
Quando o culto de Mitra chegou a Roma, ele foi desvinculado de Ahura Mazda e elevado a divindade suprema. Seria essa uma “rebelião” de Mitra contra seu superior? Uma disputa cósmica espelhada nas disputas entre Yahweh e outros Elohim?
A Guerra Entre “Deuses”
Mauro Biglino, ex-tradutor do Vaticano, é direto em seu livro “The Naked Bible”:
“Os Elohim não eram seres espirituais. Eram entidades físicas, tecnológicas, que disputavam territórios, recursos e adoração humana. O que chamamos de ‘religião’ era, na verdade, a lealdade política a diferentes facções desses seres.”
Se isso é verdade, o mitraísmo não era apenas uma “religião rival” do cristianismo.
Era a adoração de um Elohim rival de Yahweh.
E quando o cristianismo (a religião de Yahweh reembalada como “Jesus”) venceu politicamente, Mitra foi apagado da mesma forma que outros Elohim foram apagados — como Baal, Asherah, Moloch.
A diferença? Mitra foi tão poderoso que não puderam apenas apagá-lo.
Tiveram que absorvê-lo e reescrevê-lo como Jesus Cristo.
As Perguntas Que Não Querem Que Você Faça
Depois de tudo isso, apenas três perguntas permanecem:
1. Se Jesus é único e original… por que sua história replica perfeitamente a de um deus pagão anterior?
Duas opções:
- Coincidência cósmica improvável
- Sincretismo calculado
Qual faz mais sentido?
2. Se o cristianismo é a “única verdade revelada”… por que precisou roubar símbolos, rituais e datas de cultos “pagãos”?
A verdade não precisa de marketing. Mentiras sim.
3. E se Mitra e Jesus fossem, na verdade, o mesmo tipo de entidade?
Não “Deus” no sentido espiritual…
Mas Elohim — seres avançados que a humanidade antiga não conseguia compreender e, por isso, chamou de “deuses”.
Um controlava a Pérsia. Outro controlava Israel.
E quando chegou a hora de unificar o Império Romano sob uma única religião…
O Elohim de Israel venceu. Mitra foi enterrado. E sua história foi roubada.
A Verdade Sob São Clemente: A Prova Física
Hoje, qualquer pessoa pode visitar a Basílica de São Clemente em Roma e descer três níveis subterrâneos até encontrar um Mitreum perfeitamente preservado — um templo pagão sobre o qual a Igreja literalmente construiu sua história.
Ali, nas sombras, você pode ver:
- O altar onde o banquete sagrado era celebrado
- A escultura da Tauroctonía (Mitra matando o touro)
- As bancadas onde os iniciados se sentavam
E acima disso tudo? Uma igreja cristã.
Não é metáfora. É literalmente como o cristianismo foi construído: sobre os ossos de cultos anteriores.
Franz Cumont, ao descobrir esse templo no século XIX, escreveu:
“A Igreja não derrotou o paganismo. Ela o vestiu com novas roupas e o chamou de ‘cristianismo’.”

Conclusão: O Deus Que Foi Apagado… Mas Nunca Morreu
Mitra não desapareceu.
Ele está em cada celebração de Natal. Ele está em cada comunhão com pão e vinho. E está na imagem de Jesus como “Luz do Mundo”.
As semelhanças entre Mitra e Jesus não são coincidências. São evidências de que o cristianismo foi construído sobre os ossos de cultos anteriores.
Mitra foi absorvido.
E talvez, só talvez… ele não fosse um “deus” no sentido místico.
Mas sim um dos Elohim — uma entidade avançada que, como Yahweh, disputava o controle e a adoração da humanidade.
A história que te ensinaram é uma colcha de retalhos costurada com fios de verdades antigas e mentiras políticas.
E se o verdadeiro Criador… nunca pediu adoração? Nunca se importou com templos, rituais ou nomes?
E se toda essa “guerra de deuses” fosse apenas… uma disputa entre colonizadores cósmicos?
Você pode ignorar essas perguntas.
Ou pode fazer o que poucos têm coragem de fazer: questionar tudo.
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Livros Essenciais:
“The Mysteries of Mithra” — Franz Cumont
O clássico demolidor que expôs as conexões entre Mitra e Jesus. Odiado pela Igreja, reverenciado por historiadores honestos.
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“The Origins of the Mithraic Mysteries” — David Ulansey (estoque limitado)
A teoria astral que mostra Mitra como controlador do cosmos. Perturbador e brilhante.
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“The Roman Cult of Mithras” — Manfred Clauss (estoque limitado)
Documentação acadêmica rigorosa sobre como o culto realmente funcionava. Revela o que a história oficial esconde.
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“The Naked Bible” — Mauro Biglino
Do ex-tradutor do Vaticano: a Bíblia sem filtros religiosos. Os Elohim não eram deuses. Eram algo muito mais real… e inquietante.
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“Escaping from Eden” — Paul Wallis
Teólogo que teve coragem de questionar: e se os “deuses” das escrituras fossem visitantes avançados? Mitra se encaixa perfeitamente nessa tese.
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🔗 Continue Explorando os Segredos
Este artigo é apenas a ponta do iceberg. A conspiração é muito mais profunda:
- Elohim: A Verdade sobre os ‘Deuses’ da Bíblia — Entenda quem realmente estava no comando
- Elyon: O Verdadeiro Comandante dos Elohim (e Não Era Yahweh) — O deus supremo que foi apagado das traduções
- Yahweh: A Verdadeira Origem do Deus do Antigo Testamento — O “deus” que era apenas um entre muitos
- A Trindade: Revelação Divina ou Cópia sa Antigas Religiões? — Mais sincretismo. Mais mentiras.
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Cosmos & Civilizações — Revelando os segredos que eles não querem que você saiba.




